Pit Stop: gourmetização do doguinho em Presidente Epitácio
- 29 de mai. de 2017
- 2 min de leitura
Apostar em algo novo, mas sem deixar o tradicional no esquecimento, foi o que Felipe da Silva Oliveira, 30 anos, e Evilyn Fernanda Bispo Gomes, 28 anos, fizeram ao criar o Pit Stop Hot Dog.

Felipe, Evilyn e filha (Foto: Andress Mattos)
Pão fresquinho, salsicha, molhos e batata palha. Esses são os componentes de todo bom cachorro quente. Mas, não fica só por aí, tem quem acrescente purê de batata, milho, salada, frango e afins. Esses ingredientes a mais são o que garante a cada hot dog seu diferencial e público assíduo. E aqui, no casal Pit Stop, não poderia ser diferente.
Antes de ter uma relação com Felipe, Evilyn já trabalhava com alimentação. Quando morava em Campo Grande (MS), ela e a família eram proprietários de uma pizzaria com um diferencial: "nossas bordas eram com recheio, calabresa, frango, o que o cliente quisesse", conta.
Depois da pizzaria, ainda montaram uma paleta mexicana recheada em Presidente Epitácio (SP), cidade onde ela conheceu o noivo. Felipe é formado em administração e começou a sair com Evilyn lá em 2012, quando trabalhava como gerente em um posto de combustível.
A princípio, o relacionamento era a distância, até que em 2015 ela veio para Epitácio, com o objetivo de casar em 2016. Porém, neste período de 2015 a 2016, muita coisa mudou, Felipe perdeu o emprego e ela descobriu que estava grávida. O casamento foi adiado e uma dúvida surgiu: o que fazer agora?
Nasce uma ideia
Como Evilyn já tinha experiência no ramo alimentício e Felipe era administrador, pensaram: "vamos montar algo que seja nosso". "Fizemos pesquisas, estudamos e pensamos que tínhamos que montar alguma coisa que venda por si só, mas que não seja igual a tudo o que tem na cidade", relembra ela.
E foi andando pelas ruas de Epitácio que a ideia ficou clara: um carrinho de hot dog. Provaram todos os doguinhos da cidade, descobriram o que um bom cachorro quente precisava ter. "A salsicha tinha que ser boa, o pão também, ingredientes de primeira. Mas e o diferencial? qual seria?", questionaram.
Fotos: Andress Mattos
Quem vai hoje comer um hot dog no Pit Stop dificilmente sabe de toda a história, de todos os testes para chegar aos molhos que dão ao lanche seu sabor único: molho de cebola (agridoce), picles, azeitona preta, mostarda com mel, molho verde e os tradicionais ketchup, mostarda e maionese. Ou então da pesquisa de mercado que é feita para garantir qualidade e bom preço ao produto final.
Pão, maionese, duas salsichas, molhos, frango ou carne seca (fica a escolha do freguês), cebola caramelizada, calabresa, bacon, cheddar, cream cheese, catupiry ou linguiça de frango. Você escolhe e eles montam.
Se estiver em Presidente Epitácio, a capital do pôr do sol, venha ao Pit Stop, peça um doguinho a seu gosto e conheça o casal Felipe e Evilyn e sua filhinha. Atendimento de qualidade, preço justo e aquele hot dog saboroso é o que te espera por lá.
Veja abaixo Felipe montando um doguinho com frango, cebola agridoce, calabresa e bacon:













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